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Determinação espectrofotométrica de Cobre(II) em aguardente de mandioca (Tiquira)

Rayone Wesly Santos de OliveiraLaboratório de Pesquisa em Óleo Essenciais, Universidade Federal do Maranhão, São Luís, MaranhãoPaulo Roberto Barros GomesDiretoria de Ensino, Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Pará, Campus Paragominas, ParáJoelkson Diniz RibeiroLaboratório de Pesquisa em Óleo Essenciais, Universidade Federal do Maranhão, São Luís, MaranhãoJonas Batista ReisLaboratório de Pesquisa em Óleo Essenciais, Universidade Federal do Maranhão, São Luís, MaranhãoMaria Alves FonteneleLaboratório de Cereais, Universidade Federal do Maranhão, Campus Avançado, Imperatriz, MaranhãoGustavo Oliveira EvertonDiretoria de Ensino, Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Pará, Campus Paragominas, ParáWellington da Silva LyraUniversidade Federal da Paraíba,Campus João Pessoa, João Pessoa, ParaíbaHilton Costa LouzeiroCoordenação de Licenciatura em Ciências Naturais, Universidade Federal do Maranhão – Campus Pinheiro, Pinheiro, MaranhãoMaria Do Livramento de PaulaDepartamento de Farmácia, Universidade Federal do Maranhão, São Luís, MaranhãoVictor Elias Mouchrek FilhoLaboratório de Pesquisa em Óleo Essenciais, Universidade Federal do Maranhão, São Luís, Maranhão
2020pt
ABI

Аннотация

A pesquisa descreve a reação espectrofotométrica do complexo Cu(II)–PAN (1-(2-piridilazo)-2-naftol) e determina a concentração de cobre (II) em aguardente de mandioca (tiquira). Para isso, dimensionamos a reação para os estudos de absorção do complexo, pH, estabilidade, proporção estequiométrica, interferentes, correlação e recuperação. Após essa etapa, determinamos a concentração de cobre(II) em cinco amostras de bebidas destiladas artesanalmente de cinco municípios do Estado do Maranhão. O resultados mostram que o complexo absorve em 548 nm em pH 6, é estável em um tempo de 7 horas em proporções estequiométrica mínima de 1:1 do ligante e metal, possui limite de detecção em 3,3 ´ 10–2 mg L–1, faixa de linearidade de 1 ´ 10–6 a 1 ´ 10–5 mol L-1, correlação (R2= 0,9990), desvio padrão=0,0035 e recuperação em 104,54 ± 7,01 e os principais íons interferentes são o ferro (III) e o cobalto (II). Na aguardente, constatamos que o teor de cobre está acima do permitido pela legislação brasileira.

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